Ultimamente tenho escutado muita gente falando que eu sou o clone feminino do Max, participante do Big Brother Brasil 9. Não sei se gosto dessa comparação, não sei se gosto dele.
É impressionante o quanto a gente tende a criticar aquelas pessoas que parecem com a gente. O cara é um calculista, metódico, estrategista e racional. Nunca vi tão racional. Parece que não tem sentimento ali dentro! Não tem raiva, não tem ciúmes, não tem inveja. Nadaaaa. Ele não perde a cabeça, não fala besteira, não levanta a voz... Ele é quase uma pedra de gelo. Existe gente assim na vida real? Longe do reality show?
Sinceramente, se eu aparento ser assim, é apenas a imagem que eu passo. Realmente nunca ninguém vai me ver chorando, armando barraco ou perdendo a cabeça. Isso jamais! Não combina comigo. Certas coisas eu guardo só pra mim ou resolvo com conversa madura. Ou sei lá, escrevo nesse blog inútil.
Se isso é ser fria, eu sou com todo prazer. Mas não é muito agradável ser eternamente julgada por não demonstrar sentimentos, não perder o equilíbrio ou não se entregar à emoção. É muito chato ser constantemente chamada de “fria” por familiares e amigos.
Nesse ponto eu entendo bem o Max. Não sei se gosto dele, mas entendo e sou “obrigada” a defendê-lo. É claro que ele ficou com raiva quando foi indicado pelo Emanuel. Claro! Mas aquilo ali é um jogo, ele vai fazer o que? Vai brigar? Apelar? Óbvio que não, não seria nem sensato da parte dele. Cada um indica quem quiser. São REGRAS do jogo. JOGO!
E é claro que ele ficou com ciúmes do Dejota, mas ele vai assumir pro Brasil inteiro? Óbvioooo que não, afinal “o dejota tá certo, ele gosta da Francine, ele tá certo em demonstrar isso, ele está no direito dele. E não conseguiu me abalar com isso, se queria, não conseguiu”. Gente sensata e metida a ser segura de si age exatamente assim. Será que é tão difícil entender a POSE? Pose = posição estudada.
Por favor, vê se entendam uma coisa: é claro que ele tem sentimento! Ele só não demonstra! Algumas pessoas são assim. O Max só não é vulnerável. O que acontece ao redor dele não o atinge fácil. Ele não se desestrutura fácil. E isso deveria ser uma qualidade, não um defeito.
Sabe, eu prefiro gente assim a gente chorona igual a Ana. Pelo amor de Deus! Como se chorar e gritar resolvesse alguma coisa.
O cara PENSA ao invés de chorar! Constantemente vejo ele ponderando sobre os diversos lados de uma questão, observando os prós e os contras, decidindo que caminho tomar e arquitetando. Deixem ele! O coitado nem faz mal a ninguém. Ele só quer ganhar o jogo. Se tiver que posar de bom moço, ele vai posar. Se precisar de uma aliada, ele vai arrumar. Ele é estrategista, ora! Não vejo mal algum nisso.
Isso é ser um jogador maduro, inteligente e sensato. Deixa ele!
E parem de falar que o coitado é jogador. Claro que é. Alguém ali dentro não é? Ele não tem culpa se é o único que tem capacidade mental para ganhar uma partida de war.
Queria eu ter a coragem e a criatividade dele. Infelizmente não tenho. Mas no fundo fico feliz por ser comparada a uma pessoa que ao menos tem personalidade e neurônios!
(Se aquela Ana ganhar, eu suicido! A pessoa é advogadaaaaaaaa e não sabe nem argumentar!!! Socorro! Alguém manda ela parar de chorar! E eu continuo aqui, torcendo para a Potrancuda!!! Adoroooooo...)
quarta-feira, 18 de março de 2009
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1 comentários:
Uma noite INTEIRA de faniquitos. Não foi uma demonstração de tristeza pela saída do apoio dentro de um ambiente que ela mesmo tornou adverso.
FA-NI-QUI-TOS.
Seguindo o raciocínio de Francine, quando diz a Max que é melhor eles se casarem porque ela nunca mais vai conseguir outro homem, é bom Ana começar a argumentar no confessionário (e proclamar aos 4 ventos) que é melhor o público dar o milhão a ela, justificando que nunca mais vai conseguir uma causa pra defender.
Voltando ao tema central do post, não ter sentimentos/afeto é muito diferente de não demonstra-los. Psicopatia x postura. Patologia x escolha. von Richthofen x Max/Aninha.
Não cabe comparação.
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