Não esqueço uma data sequer. Gravo bem os nomes. E lembro-me bem da roupa que ela usava no nosso primeiro encontro. Memória invejável (que, alias, foi muito bem aproveitada nas aulas de anatomia do primeiro ano de faculdade.. . tédio!), mas se for pra falar de mim mesmo me vem logo um branco. Branco total!
Não que eu não me conheça bem. Me conheço o suficiente. Mas é que eu estou sempre surpreendendo a todos e,inclusive, a mim mesmo.
Talvez por isso eu me ame tanto: adoro ser surpreendida!
Detesto qualquer coisa redundante, prolixa e cansativa. Isso vale tanto para textos, quanto para a vida. Vale principalmente para namoros, se é que me entendem.
Assumo: sou difícil de agradar. E como eu adoro os agrados! Sou romântica! Bastante romântica, mas já fiz sexo por sexo e não sou nem um pouco contra. Nem sei se isso é contraditório, mas sei que posso ser bem contraditória às vezes.
Não sou a mais brincalhona das moças, mas estou sempre sorrindo nas fotos. (Podem conferir!)
Posso ser meio dura, meio seca e meio fria, mas algumas brasas me aquecem pela barriga. (Isso só vendo pra crer).
Ganho a fama de chata por alguns hábitos. Mas não sou impertinente e nem inconveniente. Na verdade não imponho a minha presença a ninguém. Se sou “zica”, não zico ninguém que não queira ser zicado.
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Quanta besteira! No fundo eu sei que não falo nada de relevante... Queria ter mais estilo, mais peito, mais extravagância. Um dia ainda raspo a cabeça e caminho pela multidão sem um pingo de receio.
"Pior do que se sentir perdida é perder-se em si mesmo. No emaranhado do que você acredita misturado ao que você é ou era. O que você acredita, apostando corrida com o que você mais detesta. O que você tem, jogando palitinhos com o que você quer. " (Fernanda Mello)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
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